sexta-feira, julho 31, 2015

De economias verdes a sociedades verdes

De economias verdes a sociedades verdes: compromisso da UNESCO com o desenvolvimento sustentável

© UNESCO 

A publicação informa as ações da UNESCO a respeito de seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, e visa à difusão dessas ações durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), Rio de Janeiro, Brasil, 20 a 22 de junho de 2012.

A conferência Rio+20 oferece ao mundo uma oportunidade única para impulsionar a agenda do desenvolvimento sustentável. A Conferência tem três objetivos principais: assegurar um compromisso político renovado para o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso e as lacunas na implementação de acordos estabelecidos e lidar com os novos e emergentes desafios. Os dois temas da Conferência são a economia verde dentro do contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e o marco institucional para o desenvolvimento sustentável.

Título original: From green economies to green societies: UNESCO's commitment to sustainable development

Brasília: UNESCO, 2012. 83 p.

Distribuição gratuita - Contato para adquirir exemplar: grupoeditorial(at)unesco.org.br
Download gratuito: clique aqui (PDF, 4 Mb)

Publicação disponível somente em formato eletrônico.

Fonte: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/de_economias_verdes_a_sociedades_verdes_compromisso_da_unesco_com_o_desenvolvimento_sustentavel/#.VbZDCfkkTKg

quinta-feira, julho 30, 2015

Tempo de INOVAÇÃO

Brechas y rupturas para el desarrollo sostenible en tiempos de innovación



25 de julio de 2015
 
Lcda. Claudia Rosalía Correa, Ph.D. Argentina
IBERCIENCIA. Comunidad de educadores para la Cultura Científica
 

La presente nota trata sobre las luchas y contradicciones existentes entre el mundo digital y el mundo de los contextos sociales excluidos del desarrollo sostenible, en donde la comunicación pública de la ciencia es una herramienta necesaria para acceder al conocimiento por medio de la innovación.

Cuestionar predicciones generalizadas implica una tarea condenada a la extinción.
La realidad requiere recursos sociales útiles con necesidades de preservación. Lo dirigible está en manos de lo tecnológico en este mundo nuevo que cada instante se renueva, considerado como el aprendizaje y la complementariedad que desempeña un rol imprescindible en la sociabilidad humana donde los aportes derivan del trabajo de investigadores.
En esta barrera de obviedades la excepción quizás sea el considerado mundo digital, siendo el ciberespacio la revuelta a los estereotipos de la identidad. De manera superficial existen restricciones en el canal de la información en donde los contextos que se superponen unos con otros tienen una escasa posibilidad de resistencia.
Encontrar el camino es sinónimo de una lucha sin final con antagonismos adonde las personas solo prestamos atención a lo que nos brinda seguridad y creemos que el mundo sería mucho mejor sin todo ese caos irremediable y paradójico.
La ciencia necesita de una luz al final que promueva sentidos y no simplemente de un destello de miradas, para avanzar en enfoques sobre la sociedad y las tecnologías de información desde el ámbito de la comunicación pública de la ciencia y la tecnología como tal. Es hacia la diversidad adonde debemos apuntar para evitar criterios absolutistas creando controversias que añaden un valor agregado al problema más no una solución.
En palabras de John Seely Brown y Paul Duguid:
“Frente a los entusiastas, muchas personas menos optimistas se parecen al pobre nadador del poema de Stevie Smith, quien se lamentaba diciendo:
Estuve muy lejos y al frente durante toda mi vida.
Pero no saludaba. Me estaba ahogando”.
 La verdad absoluta es una especie de sombra en un contexto de eternidad.
Parafraseando a Francisco Jarauta quien recorrió de manera magistral desde la tradición preclásica hasta la actual sociedad de la información en una conferencia celebrada en Madrid el 13 de Marzo de 2013, cuyo texto se denomina “el hilo de Ariadna como metáfora del mundo”:
Recuperar la figura de Ariadna para construir un tapiz del mundo sabiendo que “todo lo que escribamos será provisional” y que “ninguno tendrá la condición de eternidad”, es una condición necesaria.
“Nosotros somos viajeros del laberinto y sería interesante hacer ese dibujo, siempre en elipse, de un recorrido que se cierra sobre sí mismo y al mismo tiempo es fuga de su centro”.
El laberinto (una figura gráfica que se repite obsesivamente, que se declina en todas las épocas, que se reinterpreta una y otra vez y que sin términos de discontinuidad llega a nosotros interpelándonos con su fuerza simbólica), el naufragio (igual de importante que el laberinto. Éste inaugura la idea del viaje, aquél es como la sentencia al final del viaje), y el viaje (se viaja y al mismo tiempo se construye en el conocimiento, no hay conocimiento sin viaje, el viaje ilumina y da intensidad a la experiencia).
Y así llegó Jarauta a Jorge Luis Borges y a la constatación de la opacidad del mundo. “El laberinto ha sido, desde el punto de vista simbólico, el que mejor articula lo que Borges llama el reconocimiento de la opacidad del mundo y la ansiosa necesidad de atravesar la frontera del futuro”.
El laberinto y lo monstruoso, la sed de conocimiento y de nombrar las cosas, los esfuerzos por hacer el mundo transparente, el “cruce secreto entre el cuerno del minotauro y el puñal de Teseo”, y por fin, la figura de Ariadna para “tejer el tapiz del mundo”
“Todos tenemos un laberinto en nuestro corazón, en nuestro interior, y nuestro trabajo es narrar, dice Borges, la errancia”.
Por ello es importante recuperar la figura de Ariadna con postulaciones afuera del laberinto trazando construcciones con un tapiz de ese otro mundo, sabiendo que todo lo que escribamos será provisional y nada tendrá condición de eternidad.
En tiempos de brechas y rupturas tecnológicas hay una sola palabra que sobrevive: la innovación.

Fonte: http://www.oei.es/divulgacioncientifica/?Brechas-y-rupturas-para-el

quarta-feira, julho 29, 2015

A ONU quer ouvir a sua voz


Acabo de definir minhas prioridades para um mundo melhor. Vote você também!


Vote pelas mudanças que podem fazer o seu mundo melhor

As Nações Unidas e seus parceiros querem ouvir VOCÊ! MEU Mundo é uma pesquisa global que quer sua ajuda na escolha das prioridades para um mundo melhor. Os resultados serão compartilhados com líderes mundiais na definição da próxima agenda de desenvolvimento global. Conte-nos sobre o mundo que você quer. Levante sua voz!

segunda-feira, julho 27, 2015

Dormir é para os Fracos

Fantástica coluna do Antônio Prata:
Dormir é para os Fracos

Quinze constatações a partir da paternidade: uma crônica de autoajuda para os que pretendem procriar – ou talvez, mais ainda, para os que não pretendem.

1 – Antes de ter filhos, eu era um vagabundo que ficava reclamando, sem razão, de não ter tempo pra nada.

2 – Depois de ter filhos, eu sou um pobre-diabo que fica reclamando, com razão, de não ter tempo pra nada. (Se hoje me dessem três meses com o tempo livre que eu tinha há dois anos, eu conseguiria aprender esperanto, escrever Anna Karenina e treinar pro Ironman).

3 – Se eu tivesse um minuto pra pensar a respeito da paternidade, provavelmente me daria conta de que estou vivendo um dos momentos mais gloriosos da minha breve passagem sobre a Terra: estou acompanhando o desabrochar de pequenos seres humanos feitos com metade dos meus genes e metade dos genes da mulher amada.

4 - Se eu não tenho um minuto pra pensar a respeito da paternidade é porque estou exercendo a paternidade, o que significa, entre outras coisas: tentar evitar que um desses pequenos seres humanos ponha na boca a mão que acabou de meter na fralda suja de cocô; tentar convencer o outro pequeno ser humano de que não dá para vermos o caranguejo, agora, pois o caranguejo mora em Ubatuba, nós moramos em São Paulo – e são duas e trinta e sete da manhã. Tais atividades, convenhamos, deixam pouco espaço para a contemplação.

5 – Felizmente, devido a uma simpática trapaça cognitiva, pregada pela seleção natural, o cocô dos nossos filhos nos parece muitíssimo menos repulsivo do que os cocôs do resto da humanidade. (Infelizmente, não a ponto de nos esquecermos que aquilo na fralda, nas costas, nas pernas ou na mão do pequeno ser humano continua sendo cocô.)

7 - Depois de ter filhos, os minutos destinados ao próprio cocô se transformam num raro e beatífico momento de paz pelo qual os jovens pais anseiam como um monge por sua meditação.

8 - (Não é incomum pais neófitos simularem dores de barriga para poderem se trancar no banheiro várias vezes ao dia e: ler rótulo de creme hidratante, dar “like” na foto do gato da prima, contemplar os azulejos num torpor quase místico).

9 - Ninando um bebê, me descubro capaz de executar funções com partes do meu corpo que, até ter filhos, julgava completamente ineptas. Consigo abrir e fechar uma maçaneta com o cotovelo – sem fazer barulho. Consigo regular o dimer com a bunda. Consigo abrir e fechar o mosquiteiro com o nariz. Coço o queixo na estante de livros, as costas no armário embutido, a testa no prato da samambaia. Se tiver uma única mão livre, posso fazer o solo de bateria do John Bonham, em Moby Dick, de trás pra frente – só não faço porque iria acordar o bebê.

10 – Antes de ter filhos, eu achava o fim da picada pais que trabalhavam com: babá, biscoito recheado, televisão no carro.

11 – Hoje, procuro uma folguista pro fim de semana (pago metade do meu salário e dou meu carro como bonificação), negocio “Só mais uma, já é o terceiro pacote!” e imploro “Não chora! Olha o filme do Senhor Batata! A Menina Moleca! A Galinha Pintadinha!”.

12 – Galinha Pintadinha é a imagem da Besta.

13 – Galinha Pintadinha é uma bênção divina.

14 – Dormir é para os fracos.

15 – Eu sou fraco.