quinta-feira, agosto 22, 2013

Enigma: Quem vive e quem morre II

Há alguns dias eu publiquei um enigma (aqui) sobre quem vive e quem morre.
O enigma era o seguinte:

"Numa sala estão sentados três grandes homens, um rei, um sacerdote e um homem rico com seu ouro. Entre eles está um mercenário, um homem pequeno, de nascimento comum e sem grande inteligência. Cada um dos grandes pede a ele para matar os outros dois. 'Faça isso', diz o rei, 'pois eu sou seu governante por direito'. 'Faça isso', diz o sacerdote, 'pois estou ordenando em nome dos deuses'. 'Faça isso', diz o rico, 'e todo esse ouro será seu'. Agora diga-me: Quem sobrevive e quem morre?"

Estive me questionando sobre a resposta. O livro trás uma alternativa bastante interessante, que irei reproduzir conforme minha interpretação.

Primeiramente irei fazer uma ressalva: a resposta do questionamento acima dependerá da visão de cada interlocutor. Muitos terão a resposta, outros jamais se decidirão. Isso se deve ao que cada um trás previamente, como conceito de vida e princípios que norteiam suas decisões (vale a pena conferir esse post: Círculo Hermenêutico).

Assim, a resposta que darei a seguir está longe de ser a verdade.

Acredito que a melhor resposta é: depende.
O mercenário obedecerá aquele que detem poder sobre ele.

O poder está nas mãos daquele que acreditamos que o possua. Você pode ser o rei, o sacerdote ou o rico. Vai depender se é um lider e se as pessoas o seguirão, se acreditam que tem poder.

É uma questão de convenção. Por exemplo: acreditamos que o ouro vale algo, porque convencionamos assim. Não podemos comer ou beber ouro, não sobreviveríamos se só tivessemos ouro (sem ter o que comer, vestir ou beber). Mas atribuímos a ele um valor.

Assim acontece com o poder. Acreditamos que determinada pessoa tem poder. Seguimos e obedecemos, mas isso não quer dizer que ela realmente tenha o poder. Nós convencionamos que isso é o melhor e, de certa forma, abrimos mão de nosso próprio poder e de nossa liberdade, na medida que seguimos as regras impostas por essa pessoa.

Assim, caberá a cada um, na medida de sua crença, saber quem vive e quem morre.

OBS: Uma boa dica é ler Do Contrato Social de Jean-Jacques Rousseau.

quarta-feira, agosto 21, 2013

The Friendship Algorithm (O algoritimo da amizade)

Nada como nerds desenvolvendo as soluções para o mundo moderno.
Adoro "The Big Bang Theory", me divirto muito com o seriado, além de aprender muito com ele.
Aprendo teorias, física, química... e o mais importante: como fazer amigos!
É isso mesmo! Há um algoritmo (fluxograma) para fazer amizades!
Dizem os sábios, que é infalível!

CONFIRA:




segunda-feira, agosto 05, 2013

sábado, agosto 03, 2013

Under Pressure...

Estamos sob pressão. Constante pressão dos nossos pensamentos, das nossas ideias, das pessoas que nos cercam. Queremos, querem, exigem, a perfeição. Há pouco tempo. Não há tempo. Há tanto para fazer. Tanta informação. Tanto para buscar. Querem tudo, sem ter. Sonham com o mundo, sem ver.

Esquecemos de relaxar. De simplesmente deixar as coisas fluírem. Não vivemos nossa vida. Não temos tempo. Tic-tac e a oportunidade passou. Tic-tac e esquecemos de olhar para o lado. Tic-tac e a vida acabou.

Há tanta coisa em minha mente, guardado, martelando, doendo. Queria me livrar de toda essa pressão, me sentir livre, mas não há como colocar tudo para fora. Não há como ser feliz sem ser taxado de louco. Mas será que há como viver a vida, apreciando as pequenas coisa? É o que eu quero. Conhecer o mundo, parando para olhar o sol nascer.

Quero gritar tudo que tenho para dizer. Quero dançar quando ouvir uma música. Quero rir alto. Quero rir de mim até minha barriga doer. Quero rir com, e dos, meus amigos. Quero ajudar os outros. Quero ouvir gentilezas como: por favor, obrigada, com licença. Quero ter um cachorro. Quero correr, correr, correr, correr e deixar todos os pesadelos para trás.

Mas há tantas pessoas  que esperam que você seja uma pessoa que você não é. Há tanta inveja. Há tanta arrogância. Pessoas que usam as outras como degraus para sua subida. Outros que só crescem quando diminuem os demais. Há tanto desperdício de espaço no mundo.

E assim passam os dias...
E a única coisa que consegue curar essas dores e aliviar essa pressão é o amor.


Por isso, eu sigo cantando:

Um boom ba bay
Um boom ba bay
Um boom ba ba bay

Pressure!
Pushing down on me
Pressing down on you
No man ask for