sexta-feira, abril 26, 2013

Comunidade Andina das Nações

Para aqueles que tem interesse em saber sobre blocos econômicos, esse ano tive a oportunidade de estudar sobre a Comunidade Andina de Nação (CAN). É um bloco econômico com muita força e muito organizado. Fiquei surpresa com a desenvoltura da CAN. Sinceramente acreditava que eles não possuíam tamanha desenvoltura no cenário nacional.

Para aqueles que tem interesse em estudar um pouco mais é só clicar na imagem abaixo:



quinta-feira, abril 18, 2013

Ágio ou Deságio? É de comer?

Hoje estava revendo alguns materiais e encontrei essa matéria.
Bem simples, mas interessante e útil.
Espero que fique claro para todos!

ÁGIO OU DESÁGIO

Primeiramente vale ressaltar que não. Não é de comer. Trata-se de uma operação cambial. Lembrando que cambial não quer dizer apenas trocar Real por Dólar, também significa trocar títulos, valores. Resumindo: câmbio é o valor de algo, é a troca de valores, objetos, etc.

Mas vamos ao que interessa. 

Quando o titulo é comprado com um valor abaixo do que ele realmente vale, considera-se que ele sofre um deságio. No momento da venda desse título ou capitalização do mesmo esse lucro gerado receberá o nome de ágio, ou mesmo se aplica o conceito de ágio quando é faturado via sobrepreço.

O ágio pode adquirir os seguintes conceitos:

1º. Lucros futuros em excesso em relação à soma dos valores justos dos ativos líquidos.
2º. Antecipação dos benefícios econômicos futuros a serem gerados opor ativos, por fatores que não podem ser identificados individualmente e reconhecidos separadamente[1]

Ágio, então é o lucro resultante da troca de moedas ou papéis que correspondam a títulos de crédito.
No caso do deságio, é uma operação comum realizada pelas factoring, seu conceito pode ser extraído da seguinte passagem:
compra de direitos creditórios resultantes de vendas e bens a prazo ou de prestação de serviços; esta, na prática é a principal atividade da factoring, que paga pelos títulos representativos de tais direitos um valor menor que seu valor de face, ou seja, adquire-os com deságio.[2]
Deságio é o desconto realizado na compra do título de crédito, ou troca de moedas.






[1] Disponível em: http://www.britcham.com.br/download/070409rj.pdf
[2] Disponível em: http://www.algosobre.com.br/contabilidade-geral/operacoes-financeiras.html

segunda-feira, abril 15, 2013

Tormenta de Sentimentos



Antes era mais fácil escrever. Muito mais fácil. Minha mente vivia em uma confusão constante. A tristeza era o palco para uma agonia frenética. Questionava o sentido de tudo na vida e o motivo de estar viva. Nada era fácil. Não havia um significado.

A alegria era quase mundana, passageira. Sua existência era momentânea, mas a saudade era constante. Não havia sentido. Não enxergava o fim para tentar justificar os meios. Martírio, dor, sofrimento. Solo fértil para as idéias.

Ah, a aflição. Explosão de sentidos. Não escrevia, as palavras pulavam da minha pele, se libertavam. Era uma forma de continuar sã, de buscar um rumo. Aquele que eu só encontrei quando fui embora.

Deixei tudo e todos. Muitos não entendem, talvez nunca entenderão. Precisei. Encontrei a felicidade e me deparei com a maior ironia da vida: as frases não se multiplicam com tanta facilidade. A alegria fez com que meus pensamentos ficassem em paz. As palavras pararam de pular contra o papel.

O bem-estar fez com que eu aprendesse sobre mim e sobre a vida, levando embora a tormenta de sentimentos. Com isso perdi algo que, sinceramente, pretendo nunca mais encontrar. Sou capaz de me reinventar e aprender a transbordar a felicidade para as linhas. Mais racionalidade e paz, menos dor.

Desde que mudei, vivo algo que apenas possuía em sonho. Sou muito mais capaz que outrora. Não há mais sonho impossível, eu sei disso, eu vivo isso.


sábado, abril 13, 2013

Voar



Tem dias em que vou até a sacada e fico olhando o horizonte. Tão vasto. Tão belo. Olho para baixo e vejo o chão. Tão longe. Tão profundo. Olho para o céu. Tão perto. Tão possível. E me pergunto: posso voar?

Ah, sinto o ar. A brisa toca em minha face e levanta levemente meu cabelo. Sinto uma paz profunda e reconfortante. Subitamente sou tomada por uma vontade de tocar as nuvens. Estendo a mão e o sol transpassa entre meus dedos. Não. Não é possível chegar aos céus. Meus dedos materializam a cela em que vivo. Vivemos.

Sinto-me livre. Sou presa. Acorrentada pela realidade. Aprisionada pela sociedade. Regras, condutas, status e etiquetas que impedem de agir. Liberdade para andar como rebanho. 

Alto suficiente para ver, baixo demais para acreditar. Vejo ao longe asas. Pássaros abaixo de mim: estou voando?