terça-feira, junho 02, 2009

Resumo de Bittar - Aristóteles - Parte 02

O desenvolvimento do Tema Justiça na teoria de Aristóteles, tem sede no campo ético, ou seja, no campo de um saber que vem definido em sua teoria como saber prático.
Dentro da filosofia aristotélica é que se encontra a referencia à tripardição das ciências em práticas, poéticas ou produtivas e teoréticas.
De acordo com essa divisão, dos conhecimentos humanos científicos, a investigação ética não se destina à especulação (ciência teoréticas) ou a produção (ciencias produtivas), mas a pratica, o conhecimento ético, o conhecimento do justo e do injusto, do bom e do mau, é a primeira premissa para que a ação converta-se em uma ação justa ou conforme a justiça, ou em uma ação boa ou conforme o que é melhor.
Somente o conhecimento do que seja justo ou injusto faz do indivíduo um ser mais ou menos virtuoso.
O objeto da investigação política, a mais importante das ciências práticas, é sua tarefa traçar normas suficientes e adequadas para orientar as atividades da polis, e dos sujeitos que a compõem, para a realização palpável do bem comum.
E esta ciência preocupa-se com os desdobramentos individuais e sociais dos comportamentos humanos.
Os conceitos éticos e políticos aparecem condicionados um pelo outro.
O desenvolvimento do Tema Justiça na teoria de Aristóteles, tem sede no campo ético, ou seja, no campo de um saber que vem definido em sua teoria como saber prático.
Dentro da filosofia aristotélica é que se encontra a referencia à tripardição das ciências em práticas, poéticas ou produtivas e teoréticas.
De acordo com essa divisão, dos conhecimentos humanos científicos, a investigação ética não se destina à especulação (ciência teoréticas) ou a produção (ciencias produtivas), mas a pratica, o conhecimento ético, o conhecimento do justo e do injusto, do bom e do mau, é a primeira premissa para que a ação converta-se em uma ação justa ou conforme a justiça, ou em uma ação boa ou conforme o que é melhor.
Somente o conhecimento do que seja justo ou injusto faz do indivíduo um ser mais ou menos virtuoso.
O objeto da investigação política, a mais importante das ciências práticas, é sua tarefa traçar normas suficientes e adequadas para orientar as atividades da polis, e dos sujeitos que a compõem, para a realização palpável do bem comum.
E esta ciência preocupa-se com os desdobramentos individuais e sociais dos comportamentos humanos.
Os conceitos éticos e políticos aparecem condicionados um pelo outro.
A peculiaridade do estudo ético reside no fato de que os juízos baseados em leis fixas não lhe são aplicáveis.
O estudo ético esta marcado por esse tipo de preocupação: definir sem constranger os conceitos, pois tem variação de um individuo para o outro.
Somente a educação ética, pode construir o comportamento virtuoso. É tica significa hábito em grego. Aqui o importante é a reiteração da prática virtuosa.
O justo é praticar reiteradamente atos voluntários de justiça.
A justiça é vista como uma virtude, e tem como vício a injustiça, sejaa ela por excesso ou por defeito.
A noção de felicidade é humana, então humanamente realizável. O caminho? A prática ética.
Virtude assim como vício adquirisse pelo hábito.
Justiça total ou universal: consiste na virtude de observância da lei, no respeito àquilo que é legítimo e que vige para o bem da comunidade. Toda a virtude, naquilo que concerne ao outro.
Justiça legal: é a ação que se vincula a legalidade obedecendo uma norma que é para o bem de todos, a lei. O que observa os conteúdos legais pode ser chamado de justo.
Assim o papel do legislador é extremamente importante e deve ser exercido com prudência visando o Bem Comum.
Na produção de efeitos no convívio social justiça e virtude são idênticas.
O homem é justo ao agir na legalidade; virtuoso quando, por disposição de caráter, orienta-se segundo esses mesmos vetores, mesmo sem a presença da lei

Nenhum comentário:

Postar um comentário